quarta-feira, 19 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
quinta-feira, 29 de abril de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Reciclagem Papel( Paulo Lemos\Paulo Terroso)

Reciclagem Papel
Para produzir 1 tonelada de papel são precisos entre 3.8 e 5.3ha de floresta, entre 280 e 440 m3 de água e entre 4750 e 7600 KW/h de energia.
Anualmente, uma família média”deita fora” papel velho equivalente ao derrube de 6 árvores.
PAPEL RECICLADO
A produção de papel reciclado, consome 2 a 3 vezes menos energia e água que a produção de papel novo, ALÉM DE QUE, não é necessário cortar árvores.
A reciclagem de 1 tonelada de papel economiza, em média, energia equivalente a 2,5 barris de Petróleo.
É um produto com uma qualidade equivalente à dos papéis tradicionais.
RECICLAGEM – LIMITAÇÕES
Certos papéis possuem determinadas substâncias que não permitem a sua reciclagem.
POLÍTICA DOS 3 R’S
Reciclagens - existem políticas concretas, planos e incentivos.
Redução e Reutilização - pouco mais se tem feito do que uma vaga campanha moral, com efeitos muito reduzidos.
Disposição das divisões da casa(André Silva)

A DISPOSIÇÃO DAS DIVISÕES DA CASA
Quando se projecta uma habitação, é frequente não se ter em conta a sua orientação. Contudo, a incidência dos raios solares numa casa e em última instância, o seu aquecimento, dependem da orientação que lhe for dada. É conveniente saber utilizar ao máximo os efeitos benéficos do sol, mas, também, proteger a casa do calor excessivo, através de uma correcta orientação das aberturas (portas, janelas, etc).
Assim, a melhor orientação é que aponta para o local onde o sol incide ao meio-dia (sul para o hemisfério norte e norte para hemisfério sul ), visto que no verão recebe menos horas de calor do que no inverno.
A orientação da habitação
• As aberturas viradas a leste e a oeste recebem mais horas de sol no Verão do que no Inverno.
• As aberturas orientadas para leste, no Inverno, recebem os raios de sol nascente até metade da manhã. No Verão, o período prolonga-se até cerca do meio-dia. Assim, como o sol actua durante um curto período, não tem tempo de aquecer a atmosfera, pelo que as divisões da casa orientadas para leste são menos quentes do que as que se encontram expostas a sul. No entanto, no Verão são temperadas pelo sol da manhã, que quebra o ambiente fresco da noite.
• As aberturas orientadas para oeste são «castigadas» pelo sol da tarde durante o Verão, recebendo a luz da pior forma, na segunda metade do dia, quando a atmosfera já está aquecida. No Inverno, o sol incide obliquamente, pelo que o frio da noite não é compensado senão depois do meio dia.
• É conveniente que os quartos estejam virados para leste, pois deste modo, o sol da manhã pode entrar através das janelas, iluminando toda a divisão.
• Uma divisão exposta a norte recebe mais sol no Verão que no Inverno, razão pela qual este ponto cardeal não é a melhor escolha. Contudo, é uma boa opção se se pretender uma iluminação uniforme, por exemplo, para um estúdio de pintura.
Disposição das divisões segundo a orientação solar
Reciclagem Pneus(Cândido Peixoto)

Reciclagem Pneus
Estima-se que a produção mundial de pneu esteja ao redor de mil milhões de unidades.
Tipos de pneus
Pneus de borracha sólida
Pneus maciços
Componentes principais:
Borracha natural
Elastómeros
Pneus usados
Os pneus depositados na natureza constituem um enorme passivo ambiental.
São depositados anualmente mais de180 milhões de pneus na EU e 150 milhões nos Estados Unidos.
Destino dos pneus usados
Recauchutagem:
Reposição e vulcanização da camada superior de borracha da banda de rolamento.
A estrutura geral do pneu não pode apresentar cortes e deformações, e a banda de rodagem ainda possuir os sulcos e saliências que permitam a sua aderência ao solo
Recuperação
Consiste na simples trituração dos pneus e moagem dos resíduos, reduzidos a pó fino.
Fábricas de cimento, o produto da moagem, é incinerado no forno como combustível e o fumo (gases produzidos pela queima) é incorporada ao cimento.
Regeneração ou desvulcanização:
A borracha é separada dos outros componentes e desvulcanizada, o arame e a malha de aço são recuperados como sucata de ferro qualificada. O tecido de nylon é recuperado e utilizado como reforço em embalagens de papelão.
Existem dois outros processos para a recuperação dos pneus.
Ambos são processos considerados "limpos".
Recuperação - Processos químicos
A recuperação da borracha, é efectuada através de craqueamento, pirólise, gaseificação, hidrogenação, extracção por degradação e extracção catalítica.
O processo da pirólise tem sido o mais implementado na reciclagem de pneus. Sob o aspecto económico, é o processo de maior custo inicial de investimento.
Pneus Usados – Perigos
Três graves ameaçam à saúde humana:
1) Sua forma de tubo aberto retém água que favorece a proliferação de insectos nocivos e transmissores de doenças.
2) Embora se biodegradem muito lentamente (estima-se um prazo não inferior a 150 anos), os pneus contém substâncias tóxicas que podem ser libertadas na atmosfera e, também, contaminar o solo, o lençol freático e os cursos de água;
3) Um pneu comum de automóvel contém o equivalente a 10 litros de óleo combustível, e o risco de incêndios é sempre iminente, durando semanas até se extinguir, exalando gases tóxicos e fumo negro na atmosfera.
Classes Energéticas( André Pinto)

Classes Energeticas
Eficiência Energética - Equipamentos
No dia-a-dia continua a ser possível adicionar elementos de eficiência. Os electtrodomésticos de cozinha* estão cobertos pelo sistema de etiquetagem que os posiciona numa classe de consumo (entre A e G, sendo que a primeira é a mais eficiente). O sistema de classificação materializa no terreno legislação comunitária que, não só dá garantias de responsabilidade no fabrico dos equipamentos pelas empresas que os colocam no mercado, como permite aos consumidores fazerem uma escolha mais informada quando compram, graças à etiqueta informativa.
No futuro o sistema de classificação - que já inclui algumas variantes na classificação máxima A+ e A++ e que foi recentemente revisto para fornecer informação mais precisa ao consumidor - vai estender-se a um leque crescente de equipamentos consumidores de energia, ou com potencial para tornar mais eficiente o consumo de energia, como alguns materiais usados na fase de construção.
Outro factor importante reside na dimensão adequada dos electrodomésticos e na sua utilização eficiente (por exemplo, as máquinas de lavar só devem funcionar quando estão cheias). Ao adquirir um frigorífico, por exemplo, devemos ter em conta se a sua dimensão é a mais adequada para armazenar a quantidade de produtos habitualmente necessárias em casa. Sendo demasiado grande, acabamos por consumir muito mais energia do que o necessário, mesmo que o electrodoméstico seja extremamente eficiente.
No equipamento de escritório - computadores pessoais, impressoras, multifunções e outros - afirmam-se outras credenciais como símbolos de eficiência facilmente reconhecidos pela etiqueta, como o logo Energy Star, criado nos Estados Unidos, mas entretanto adoptado em várias regiões do mundo, incluindo a UE. Em média, os produtos com este selo consomem até menos 40% face a um equipamento standard. A Eco-Label criada na União Europeia também cobre estas e diversas outras áreas - como os equipamentos de TV que ainda este ano devem também ganhar direito a identificação por classes de eficiência - afirmando-se como mais um elemento de ajuda para quem procura poupar no consumo e na carteira.
* Os equipamentos de frio doméstico (frigoríficos e congeladores) são responsáveis por 18%, a preparação de refeições por 16% e a lavagem mecânica por 6%.
A compra de electrodomésticos CLASSE A é uma medida ao alcance de todos e terá uma maior expressão à escala do balanço energético nacional se for mais generalizada.
terça-feira, 27 de abril de 2010
Hábitos do Consumidor(Carina Teixeira)

Hábitos do consumidor
O impacto ecoa no meio ambiente, pois o seu consumo consciente de combustível e energia vai exigir uma produção menor, e a produção gera gases de efeito estufa. O consumidor consciente estará, assim, poupando recursos naturais e contribuindo para a preservação da vida no planeta.
Abaixo seleccionámos algumas dicas para consumir menos energia eléctrica:
Economize com o frigorífico:
O frigorífico é um dos grandes vilões para o consumo de energia eléctrica, pois fica ligada o tempo todo. Veja como gastar menos:
- Instale o frigorífico e o congelador em local ventilado e longe do fogão. Não guarde líquidos nem alimentos ainda quentes no frigorífico, pois o motor vai ter de trabalhar mais para arrefecer o ambiente interno e, consequentemente, gastar mais energia.
- Não deixe a porta do frigorífico aberta desnecessariamente nem por muito tempo. E regule o termóstato para que arrefeça menos no inverno. Quando for viajar e ficar muito tempo fora, esvazie o frigorífico e o congelador e desligue-os da tomada.
- Ao comprar um equipamento com menor consumo de energia (nos electrodomésticos com a categoria A+ é a mais eficiente e consome menos energia).
Economize ao lavar e passar a roupa:
- Na hora de usar a máquina de lavar roupa, economize água e energia lavando, de uma só vez, a quantidade máxima de roupa indicada pelo fabricante.
- Utilize a máquina de secar roupa com sua capacidade máxima, evitando o desperdício de energia eléctrica.
- Não use o ferro eléctrico nos horários em que muitos outros aparelhos estejam ligados, pois ele sobrecarrega a rede eléctrica. Evite passar poucas peças de roupa de cada vez. Espere acumular uma quantidade razoável de roupa e passe tudo de uma vez só.
Ilumine sua casa sem desperdício:
- Evite as lâmpadas incandescentes. Elas custam menos, mas são as mais ineficientes. Uma lâmpada fluorescente compacta de 20 W ilumina mais do que uma incandescente de 60 W e pode durar até 10 vezes mais.
- Lembre-se sempre de apagar as luzes dos ambientes em que não há ninguém, pois esse é um gasto totalmente desnecessário.
- Ao comprar compre lâmpadas de baixo consumo.
Hábitos que os consumidores devem mudar:
• Evitar ir várias vezes às frigoríficas seguidas.
• Não deixar as televisões em standby pois mesmo desligadas consomem energia.
• Não deixar os carregadores dos telemóveis nas tomadas depois de serem utilizadas.
• Aceder ao bio-horario para a lavagem de roupa, de louça e máquina de secar roupa para picos mais baratos.
• Utilizar sempre as
• lâmpadas de baixo consumo.
Reciclagem Óleos Alimentares Usados( Anselmo Ferreira)

Óleo alimentar usados
O óleo alimentar usado (OAU) resulta de diversas actividades. É um resíduo não perigoso, mas tem associado vários impactos negativos quando não correctamente gerido.
A Directiva 2003/30/CE de 8 de Maio de 2003 promove a utilização de biocombustíveis ou de outros combustíveis renováveis, vindo a favorecer a proliferação de empresas a nível nacional, a sua maioria não licenciadas que recolhem gratuitamente este resíduo do sector não doméstico e que vendem para produção de biodiesel ou sabão, maioritariamente exportação para Espanha. A actual rede de recolha não organizada, a leva a um difícil controle dos quantitativos recolhidos e respectivos destinos.
Isto ajudará a evitar a contaminação das águas residuais o que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, ou quando é efectuada a sua deposição em aterro.
Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis.
Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação.
São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. Este valor corresponde ao gasóleo produzido com 60 milhões de litros de petróleo, ou seja, o equivalente a cerca de 0,5% do total das importações anuais portuguesas deste combustível fóssil.
AMI lança ao público projecto de Recolha de Óleos Alimentares Usados
O consumidor poderá fazer a entrega numa garrafa fechada, dirigindo-se a um dos restaurantes aderentes que se encontram identificados e cuja listagem poderá ser consultada no site www.ami.org.pt.
* Biodiesel
O Biodiesel é um combustível alternativo feito a partir de óleos vegetais e animais e que pode substituir directamente o gasóleo produzido a partir de combustíveis fósseis.
Reciclagem Vidro (Andreia Silva)

Reciclagem Vidro
O vidro é um dos materiais de embalagem mais antigos e… mais modernos. São necessárias 1.4 toneladas de matérias-primas para produzir 1 tonelada de embalagens de vidro (garrafas, frascos, garrafões, etc.). Estes processos consistem em reduzir a espessura das paredes da embalagem, melhorando o seu “design” para que a garrafa tenha a mesma resistência com menos consumo de matéria-prima e de energia.
A reutilização é uma forma de poupar matérias-primas e energia. O que obriga a fábrica ter sistemas de tratamento de “águas residuais” e de resíduos. Por todas estas razões, a Embalagem reutilizável é uma opção viável quando os circuitos de recuperação e distribuição não envolverem distâncias muito grandes e custos muito elevados. Todas as embalagens de vidro são recicláveis, quer se tratem de garrafas reutilizáveis que já fizeram várias viagens, quer se trate de garrafas sem retorno. Em Portugal já se recicla cerca de 30% do vidro usado.
A partir de uma tonelada de casco, pode produzir-se uma tonelada de vidro novo. Trata-se de um rendimento de 100% logo uma situação extremamente favorável à indústria do vidro de embalagem. Para obter a mesma quantidade de vidro a partir de matéria-prima seria necessário 1,4 toneladas da mesma. Por cada 10% de casco adicional que é introduzido num forno, obtém-se 2,5 a 3% de poupança no consumo de energia.
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